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Profissionais da saúde são chantageados em Bolzano 

Mais de 2 mil profissionais da saúde em Bolzano se recusam a tomar o imunizante, comprovadamente de eficácia questionável.

Enquanto estudos confirmam que a vacina não é capaz de deter as infecções, 161 profissionais de saúde foram suspensos na província de Bolzano (Trentino-Alto Ádige) por recusarem a vacina anti-Covid e outros 2 mil aguardam a mesma decisão. O responsável pelo departamento de saúde, para fazer pressão nos que se recusam tomar a injeção, decidiu reduzir o número de leitos nos hospitais, colocando em risco a vida dos enfermos. A fúria da ideologia não conhece limites.

Em Bolzano, os médicos vacinadores tiveram que admitir, apesar de tudo, a amarga verdade de que a vacina não é capaz de proteger contra as infecções e que uma lei estadual não é suficiente para mudar a realidade. Na verdade, uma enfermeira recebeu um telefonema da ASL para se apresentar ao centro de vacinação de Bolzano, no dia 24 de junho, para "fazer a administração gratuita da vacina anti-SARS-CoV-2". A convocação mostra exatamente a redação do texto da Lei 76/2021. Pena, porém, que a vacinação, na mais otimista das hipóteses, fosse anti Covid-19 e não anti SARS-CoV-2. A enfermeira decide então ir à consulta com sua advogada, Renate Holzeisen, que contesta justamente a capacidade da vacina de prevenir a infecção viral, conforme expressamente admitido na nota de informação da vacina Comirnaty (Pfizer). Os Carabinieri são chamados e, na presença deles, o advogado pede ao médico uma declaração por escrito sobre a utilidade da vacinação na prevenção da infecção, bem como da doença. O médico, não tendo dados sobre isso, obviamente se recusa. O interessante da história é a verbalização da discussão dos Carabinieri, incluindo a recusa do médico em assinar a declaração solicitada pelo advogado.

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