Inteligência Artificial e comunidades italianas é tema de conferência
O deputado italiano Fabio Porta (PD), eleito pela Circunscrição Exterior na América do Sul e membro da Comissão de Assuntos Externos da Câmara dos Deputados, foi palestrante na conferência "O Futuro das Escolas na Europa: O Papel da Inteligência Artificial", promovida pela UIL Scuola na Federação Valônia. O evento foi realizado em 21 de janeiro, em Bruxelas, na Bélgica.
Em seu discurso, intitulado "Inteligência Artificial e o Futuro das Comunidades Italianas no Mundo", Porta relacionou a revolução digital ao projeto de lei do qual é cossignatário para a inclusão permanente da história da emigração italiana nos currículos escolares. A IA, explicou ele, pode se tornar a ferramenta preferencial para aprimorar arquivos, documentos e testemunhos da nossa emigração, conectando escolas na Itália e comunidades no exterior e transformando a memória migratória em uma experiência de pesquisa histórica compartilhada e participativa para as novas gerações.
Recordando os grandes mestres da pedagogia — de Montessori a Freire e Don Milani — Porta enfatizou que nenhuma tecnologia é neutra e que o uso da IA deve servir para reduzir as desigualdades, evitar novas divisões digitais e fortalecer o papel da língua italiana na educação global, tornando a história da emigração um capítulo central na educação cívica.
"Se pudermos combinar inovação e memória", concluiu Porta, "a inteligência artificial não será um novo muro, mas uma ponte que aproximará ainda mais a Itália de suas comunidades ao redor do mundo."
L’on Fabio Porta (PD) a Bruxelles al convegno Uil scuola
“IA e memoria migrante per un’Italia senza confini.”
L’on. Fabio Porta, deputato eletto nella Circoscrizione Estero e membro della Commissione Esteri della Camera, è intervenuto oggi a Bruxelles al convegno “Il futuro della scuola in Europa. Il ruolo dell’intelligenza artificiale”, promosso dalla UIL Scuola presso la Fédération Wallonie ‑ Bruxelles.
Al centro del suo intervento, dal titolo “Intelligenza artificiale e il futuro delle comunità italiane nel mondo”, Porta ha messo in relazione la rivoluzione digitale con il disegno di legge di cui è primo firmatario per l’introduzione stabile della storia dell’emigrazione italiana nei curricoli scolastici. L’IA, ha spiegato, può diventare lo strumento privilegiato per valorizzare archivi, documenti e testimonianze della nostra emigrazione, collegando scuole in Italia e scuole delle collettività all’estero e trasformando la memoria migratoria in un’esperienza di ricerca storica condivisa e partecipata dalle nuove generazioni.
Richiamando i grandi maestri della pedagogia – da Montessori a Freire fino a Don Milani – Porta ha sottolineato che nessuna tecnologia è neutrale e che l’uso dell’IA deve servire a ridurre le disuguaglianze, evitare nuovi divari digitali e rafforzare il ruolo della lingua italiana nello spazio educativo globale, facendo della storia dell’emigrazione un capitolo centrale della formazione civica.
“Se sapremo tenere insieme innovazione e memoria – ha concluso Porta – l’intelligenza artificiale non sarà un nuovo muro, ma un ponte che renderà l’Italia ancora più vicina alle sue comunità nel mondo”.
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