Áreas Internas, Fabio Porta (USEF): Não podemos nos resignar ao declínio
A Sicília precisa recomeçar a partir dos territórios e comunidades ao redor do mundo.
A conferência "Áreas Internas: Problemas e Soluções – Emigração, Despovoamento e Queda da Taxa de Natalidade" foi realizada, em Palermo, no Salão de Conferências da Região da Sicília, na última sexta-feira (18/09). A conferência foi promovida pela USEF em parceria com a CARSE, a FLET – Patto per Restare e a "Questa è la mia terra" (Esta é a Minha Terra), com a contribuição do Departamento Regional da Família, Políticas Sociais e Trabalho.
Em suas manifestações finais, o presidente da USEF, Fabio Porta, cumprimentou o secretário-geral Massimo Raso, toda a liderança da USEF presente e conectada remotamente, e todos os palestrantes – eurodeputados, conselheiros regionais e deputados – agradecendo a Salvo Li Castri pela coordenação da conferência e a Totò Bonura por seu discurso de abertura. Ele também agradeceu aos líderes da USEF presentes e conectados remotamente, e a todos os que participaram da conferência.
Porta definiu então o despovoamento das áreas do interior e a recessão demográfica como "a questão central e decisiva para o futuro da Sicília". "Não podemos nos resignar ao declínio", disse Porta, enfatizando que "é impressionante que o novo Plano Estratégico Nacional para as Áreas do Interior fale em 'nos acompanhar em um caminho de despovoamento irreversível': um convite, como denunciam os bispos italianos, a um verdadeiro suicídio assistido dos territórios".
O presidente da USEF, secretário da Comissão Parlamentar sobre a Recessão Demográfica, identificou duas prioridades: garantir serviços essenciais — saúde, educação, mobilidade, cultura, segurança — em áreas de baixa densidade populacional e apoiar empresas locais, a renovação geracional e a conectividade digital. O documento final da Comissão, anunciou ele, "também abordará os italianos no exterior, com medidas para reter os jovens, facilitar seu retorno e incentivar a relocalização para a Itália das novas gerações nascidas fora do país".
O presidente da USEF foi claro em sua crítica ao quadro político: "As duas feridas da reforma da cidadania e da nova lei eleitoral, o desperdício, a falta de recursos para o turismo de base e o clima hostil em torno das eleições para os Comitês exigem uma mobilização. Um jogo vital será jogado nos próximos meses para a relação entre a Itália e seus seis milhões de cidadãos ao redor do mundo."
Por fim, o relançamento da linha parlamentar da USEF sobre relações diretas com prefeitos e autoridades locais: "Este", concluiu Fabio Porta, "deve ser também o desafio da Região da Sicília, que não pode mais repetir o erro de esquecer suas comunidades ao redor do mundo e o papel das associações históricas, das quais a USEF é hoje a principal e natural expressão."
Aree interne, Fabio Porta (USEF): Non rassegnarci al declino. La Sicilia riparta dai territori e dalle comunità nel mondo
Si è svolto oggi a Palermo, nella Sala delle Conferenze della Regione Siciliana, il convegno «Zone interne: problemi e soluzioni – Emigrazione, spopolamento, denatalità», promosso dall’USEF con CARSE, FLET–Patto per Restare e «Questa è la mia terra», con il contributo dell’Assessorato regionale della Famiglia, delle Politiche Sociali e del Lavoro.
Nelle conclusioni, il Presidente dell’USEF, On. Fabio Porta, ha rivolto un saluto al Segretario Generale Massimo Raso, a tutta la dirigenza USEF presente e collegata da remoto e a tutti i relatori intervenuti – parlamentari europei, assessori e deputati regionali –, ringraziando Salvo Li Castri per il coordinamento dei lavori e Totò Bonura per la relazione introduttiva, insieme ai dirigenti USEF presenti in sala e collegati da remoto e a quanti hanno seguito il convegno.
Porta ha quindi definito lo spopolamento delle aree interne e la recessione demografica «il tema centrale e dirimente per il futuro della Sicilia»: «Non possiamo rassegnarci al declino - ha detto Porta sottolineando che “colpisce che il nuovo Piano Strategico Nazionale delle Aree Interne parli di “accompagnamento in un percorso di spopolamento irreversibile”: un invito, come denunciano i Vescovi italiani, a un vero e proprio suicidio assistito dei territori».
Il Presidente USEF, Segretario della Commissione parlamentare sulla recessione demografica, ha indicato due priorità: garantire servizi essenziali – sanità, scuola, mobilità, cultura, sicurezza – nei territori a bassa densità, e sostenere imprese locali, ricambio generazionale e connettività digitale. Il documento conclusivo della Commissione, ha annunciato, «parlerà anche degli italiani all’estero, con misure per trattenere i giovani, agevolarne il rientro e favorire il trasferimento in Italia delle nuove generazioni nate fuori dai confini nazionali».
Netta la critica del Presidente USEF al quadro politico: «Le due ferite della riforma della cittadinanza e della nuova legge elettorale, lo sperpero di risorse sul turismo delle radici e il clima ostile sulle elezioni dei Comites impongono una mobilitazione. Nei prossimi mesi si gioca una partita vitale per il rapporto tra l’Italia e i suoi sei milioni di cittadini nel mondo».
Infine il rilancio della linea congressuale USEF sul rapporto diretto con Sindaci ed enti locali: «Questa deve essere - ha concluso Fabio Porta - anche la scommessa della Regione Siciliana, che non può più ripetere l’errore di dimenticare le sue collettività nel mondo e il ruolo dell’associazionismo storico, di cui l’USEF è oggi la principale e naturale espressione».
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