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Porta (PD): Europa coloca em jogo a sua credibilidade estratégica

“A relação entre clima, energia, inovação e cooperação internacional é hoje uma das áreas chave pelas quais se mede a credibilidade estratégica da Europa.” A declaração foi feita pelo deputado italiano Fabio Porta (PD), membro da III Comissão de Assuntos Exteriores e Comunitários da Câmara dos Deputados, em ocasião do seminário “Clima e Energia. A Europa em tempo de escolhas estratégicas: Inovação, liderança e cooperação para um futuro sustentável”, realizado nesta terça-feira (30/06), no Palazzo Valentini, em Roma.

“Os desafios climáticos e energéticos não são apenas ambientais; eles impactam diretamente a política externa, a segurança do abastecimento, a competitividade industrial e a qualidade da cooperação internacional”, afirma Porta. “Por essa razão, a Europa é chamada a fortalecer sua capacidade de direção e coordenação política, desenvolvendo estratégias capazes de terem juntas sustentabilidade, crescimento e coesão social.”

Segundo o parlamentar, “a transição energética não pode ser tratada como uma questão separada do equilíbrio geopolítico e das grandes transformações econômicas em curso”. “Precisamos de uma visão europeia à altura dos desafios globais, baseada em investimentos, inovação tecnológica, parcerias internacionais e responsabilidades compartilhadas”, acrescenta.

Porta também destaca o valor da discussão promovida pelo seminário romano. "Colocar em torno da mesma mesa instituições, empresas, universidades, pesquisadores e a sociedade civil para um debate sério e não ideológico, capaz de produzir propostas concretas. A Europa também precisa disso: fóruns de discussão onde a transição ecológica e energética seja entendida como uma importante questão democrática, social e internacional."

"A Itália", conclui Fabio Porta, "pode ​​dar uma importante contribuição a essa reflexão, também em virtude de sua colocação no Mediterrâneo e de sua vocação para o diálogo entre a Europa e o cenário internacional. Precisamos de uma política externa cada vez mais integrada aos grandes desafios do clima, da energia e da inovação."

Porta (PD): su clima, energia e innovazione l’Europa si gioca la sua credibilità strategica

“Il rapporto tra clima, energia, innovazione e cooperazione internazionale è oggi uno dei terreni decisivi su cui si misura la credibilità strategica dell’Europa”. Lo dichiara l’on. Fabio Porta, componente della III Commissione Affari Esteri e Comunitari della Camera dei deputati, in occasione del seminario “Clima e Potenza. L’Europa all’ora delle scelte strategiche: innovazione, leadership e cooperazione per un futuro sostenibile”, in programma oggi a Palazzo Valentini a Roma.

“Le sfide climatiche ed energetiche non riguardano soltanto l’ambiente, ma investono direttamente la politica estera, la sicurezza degli approvvigionamenti, la competitività industriale e la qualità della cooperazione internazionale”, afferma Porta. “Per questa ragione l’Europa è chiamata a rafforzare la propria capacità di indirizzo politico e di coordinamento, costruendo strategie capaci di tenere insieme sostenibilità, crescita e coesione sociale”.

Secondo il parlamentare, “la transizione energetica non può essere affrontata come un dossier separato dagli equilibri geopolitici e dalle grandi trasformazioni economiche in atto”. “Occorre una visione europea all’altezza delle sfide globali, fondata su investimenti, innovazione tecnologica, partenariati internazionali e responsabilità condivise”, aggiunge.

Porta sottolinea inoltre il valore del confronto promosso dal seminario romano. “Mettere attorno allo stesso tavolo istituzioni, imprese, università, ricerca e società civile significa costruire le condizioni per un dibattito serio e non ideologico, capace di produrre proposte concrete. L’Europa ha bisogno anche di questo: luoghi di confronto in cui la transizione ecologica ed energetica venga letta come una grande questione democratica, sociale e internazionale”.

“L’Italia”, conclude Fabio Porta, “può offrire un contributo importante a questa riflessione, anche in virtù della sua collocazione nel Mediterraneo e della sua vocazione al dialogo tra Europa e spazio internazionale. Serve una politica estera sempre più integrata con le grandi sfide del clima, dell’energia e dell’innovazione”.